
O mês de junho chegou e a internet logo ė bombardeada com publicações sobre o mês do orgulho LGBT, como se o assunto já não tomasse conta das redes o ano inteiro.
Em maioria, aqueles que estão por trás da maior parte dessas publicações são grandes empresas, que tentam vender uma imagem de diversidade visando uma maior venda de seus produtos, e pessoas brancas de classe média-alta, muitas que sequer se encaixam em alguma das letras da sigla.
Como mulher trans, pobre, "mestiça" e moradora da periferia, venho questionar a militância LGBT o porquê de eu ser obrigada a sentir orgulho de fazer parte da sigla.